quarta-feira, 16 de julho de 2014

A incrível jornada de uma mãe de primeira viagem...

Bom, vamos continuar...

Aproveitando o cochilo de meu pequeno!



Após o nascimento de minha filha descobri um novo mundo. Aprendia a cada dia a amar mais e mais, aliás, antes eu achava que conhecia o amor... E como estava enganada! 
O amor que sentimos por um filho é imensamente maior, se não for infinito. 
É incondicional, supera qualquer sentimento. 
E quando nos tornamos mãe, nos tornamos também filhas melhores. SIM! É neste momento que percebemos o quanto devemos dar valor aos pais, aos cuidados que tiveram conosco. Pude então ser mais mãe, filha, nora, tudo mudou em mim.

Os meses foram passando, minha filha crescendo, as dificuldades mudando... Ela era forte e saudável, mas passei por muitas coisas que qualquer mãe iria enlouquecer. Todos sabem que cesárea é uma cirurgia, que a recuperação é lenta e dolorosa (não para todas, mas pra mim foi). Tive 2 pontos que se romperam internamente, o que retardou ainda mais a cicatrização, além disso tive meu lado esquerdo anestesiado por quase 1 ano (barriga, gente, não o corpo todo, tá?! huahuahuahua). Tive depressão após uns meses, me sentia feia, pois tive muitas estrias na gestação, que apareceram bem no finalzinho... Oh, gente, é comum isso, viu? Mas claro, me sentia a única do mundo. Usei todos os cremes e óleos que podia, e mesmo assim a pele não aguentou. Tenho propensão genética, então paciência.

Imaginem então como eram meus dias. Não tive ajuda em casa, pois minha mãe trabalhava até a noite, meu marido me ajudou somente na primeira semana, pois precisava correr atrás do pão de cada dia... E eu em casa, faxinando, cozinhando, arrumando, lavando, cuidando de um bebê sem ter experiência alguma... Insegura, cansada, com dores. Olha, NÃO FOI FÁCIL!! E pra piorar, não dirigia na época. Morria de medo, pânico mesmo. Ficava em casa confinada todo santo dia, e assim foram os meses seguintes... 

Desde que chegou em casa minha bebê apresentava secreção verde no olhinho... Tratamos com leite materno, pingando direto no olho, tratei com soro fisiológico, massagem para desentupir o canal lacrimal, e nada funcionava. Era uma conjuntivite química, causada provavelmente pelo nitrato de prata que pingam ao nascer. Não é necessário o uso, mas nas maternidades teimam em usar em todos os recém-nascidos. 
Primeiro problema que apareceu...

Depois, com 3 meses e meio a danadinha da minha filha recusou mamar no peito. Ela tinha dificuldades para ganhar peso, e nasceu tão pequenina, com 2810 g, 49 cm. E ninguém me avisou que o problema era EU! Sim... Não sabia amamentar direito, não tive uma boa orientação, meus seios ficaram com feridas enormes, que sangravam e doíam muito, e ela, pegava errado! Como eu ia saber? O leite foi diminuindo, ela não engordava, e acabou desistindo das mamadas, e eu, por desespero, acabei cedendo à mamadeira. 
QUE ESCOLHA INFELIZ! Deixei de amamentar, ter o prazer e o melhor momento entre mãe e bebê, pior do que isso, prejudiquei a saúde dela.

Com o leite artificial os primeiros problemas começaram... Pele do rostinho ressecado e prisão de ventre. Deixava de fazer coco por dias, e ressecava tanto que quando fazia, muitas fissuras apareciam. Sangravam e ela chorava horrores! Um bebê com menos de 4 meses gritando de dor é de doer o coração! O pediatra começou uma longa jornada de tentativas para ajudar... Foram supositórios de glicerina, óleo na mamadeira, água de ameixa, pasta de ameixa, massagens na barriguinha, etc... Nada resolvia. Minha filha chorava das 23:00 h até as 7:00 h da manhã, quando por exaustão dormia. Nestas longas madrugadas eu e meu marido quase piramos, e em uma delas ligamos pro pediatra as 3:00 h, colocamos a menina no telefone para que ele ouvisse o choro, e por recomendação demos uma medicação para cólicas fortes que a derrubou, transpirou e dormiu. E nós cansados, íamos levando nossas noites assim.

Os meses passaram, o mesmo problema insistia, mesmo com troca de leite. Entramos então com leite de cabra, que por ser mais gorduroso, ajudava um pouco... Sorte nossa que a USP de nossa cidade tinha para venda! E um belo dia, o pediatra nos sugeriu colocar leite de magnésia nas mamadeiras dela... Deveríamos dosar e anotar sempre, para ajustarmos a quantidade. Um dia colocamos mais, outro menos, até acertarmos o ponto em que o intestino dela funcionasse normalmente. A esta altura já estava com quase 1 ano de idade. E nós dois, pais cansados e tristes, renovando esperanças. 
Que bom!!! Agora então tudo ia ficar bem, e a vida seria mais leve... SERIA? Vamos ver.

Com 11 meses decidi colocar Babi no colégio. Não tinha ideia do que seria minha vida com esta decisão. Logo no primeiro mês começaram as doenças que se pegam na escola... 
Ai ai ai!!! Começo de pneumonia, estomatite, roséola, etc. Gente, pára tudo!!!!!!! Dias e noites sem dormir de novo, controlando febre, medicando, levando em médico e laboratórios, o que é isso??? Pouco depois começaram as infecções de garganta e ouvidos. Via aérea superior sempre ruim. Começam então os antibióticos, mais e mais, muitos, meses após meses, e ela, pra ajudar, vomitava todos! Todo e qualquer medicamento via oral ela vomita até hoje... O jeito era então injetáveis. Imaginem vocês, levando sua filha de 1 aninho e pouco para tomar injeção (conhecem Benzetacil? Dói pra burro, e era só essa que controlava as infecções). Eram meses seguidos de doenças e tratamentos... Febres altas que não cediam, choro, desespero, minha filha sempre abatida. Chegou então o momento em que por decisão médica, mais de uma opinião, achamos melhor operar as amídalas. Ela já com quase 4 anos de idade, entrando na sala de cirurgia, e nós aflitos do lado de fora. 
QUE SOFRIMENTO...

Mas calma, gente, aí a vida começou a mudar! Após retirar as amidá-las ela nunca mais teve infecção! COMO PODE?! Se soubesse teria feito antes. 
E O MELHOR... Começamos então a dormir a noite toda! Pois é, desde que eu estava grávida de 7 meses não dormia direito. Meu marido quando Babi nasceu deixou de dormir bem, e isso seguiu até quase os 4 anos dela!!! É MOLE?!
Foi um alívio pra nós, e mais pra Babi, que começou então a ganhar peso, ter saúde, disposição, mais alegria. Que feliz ficamos...

Foi tanta tranquilidade que eu, mãe, resolvi fazer outra faculdade. Era formada em prótese dentária, mas sem trabalhar (parei de trabalhar com prótese quando estava com 8 meses de gravidez). Havia feito 1 ano e meio de veterinária, mas tranquei o curso (uma longa história, que um dia, quem sabe, conto). E agora então animada, decidida, ia cursar biologia. Com casa, marido, filha de 5 anos pra cuidar, vou eu cursar à noite em outra cidade. 
E fui! Eliminei matérias que já havia feito antes, e em 3 anos me formei. Estudava muito, me dediquei pra caramba, pois queria provar pra mim mesma que era capaz... Fiz ainda iniciação científica no ICMBio, por 1 ano, pesquisei tudo que podem imaginar sobre Siluriformes (pra quem não sabe, são peixes de couro, como Pintados, Cacharas, Jaús, etc). E sabe o que consegui com isso tudo? Me formar como melhor aluna da turma de bio, e ser premiada em Brasília após apresentar meu trabalho da IC!! 10 no TCC e imensa alegria em saber que havia feito um excelente trabalho! Minhas longas horas de estudo, meus estágios em escolas (mais de 600 horas), minha IC super bem feita... 
Eu estava radiante, me sentia uma super mulher! ahahaha



Mas aí percebi que não me sentia completa. Algo estava faltando... O que seria?!
Me toquei que era o segundo filho que sempre quis ter. Poxa vida, casei em 2003, tive minha filha em 2004, em 2008 ela operou, em 2009 comecei a faculdade, em 2011 me formei, e já estava com 31 anos de idade.
 O tempo voou, eu não percebi. 
Então tomei a decisão mais séria de todas, iria deixar de trabalhar após formar em bio para me dedicar à família... Teria um segundo filho e seria mãe em tempo integral. 
Pronto, simples assim? Não, né?! 
As coisas acontecem só quando devem acontecer. 
Aprendi isso antes, e iria confirmar nessa nova fase.



Tentativas para engravidar

Meu marido estava satisfeito com 1 único filho, e também com receio, pois tudo o que passamos com Babi nos deixou "traumatizados". Um outro filho, passar por tudo de novo, nossa, dava medo mesmo... Mas eu, mulher, teimosa, insistente e persistente, convenci que teria outro, que minha filha teria um irmão/irmã como pedia desde pequenina...
Comecei então exames para ter certeza que a saúde estava em ordem, e os treinos (treino é namorar, tá?!). Em setembro de 2012, domingo dia 16 (niver de meu pai) descobri que estava grávida! Minha filha chorou ao saber, mas algo dentro de mim não me deixava ficar contente. Estranho! Na segunda-feira mesmo comecei a ligar para G.O.s da cidade para começar o pré-natal, mas não conseguia agendar em nenhum, todos lotados e com agenda apenas para depois de 2 meses. Calma aí, 2 meses para gestante é muito!! Foram muitas ligações, buscas e quase um pedido de pelamordeDeus para algum atender antes. Consegui, 28 de outubro... Putz, longe ainda, mas consegui.

Para descansar a cabeça agendei por conta própria uma ultrassonografia, que iria pagar para fazer, já que não tinha pedido médico pelo convênio. Fomos eu e minha mãe... E sentia que algo estava errado. Instinto feminino! Ao começar a ultra não vimos nada. Nem saco gestacional, nada. O médico pediu que retornasse depois de uns dias, pois podia ser começo ainda de gestação. Voltei depois de 1 semana, estava com 6 semanas e uns dias pelas minhas contas (sou super regulada). Mas só se via saco gestacional.  Não tinha vesícula vitelínica, nem embrião. Opa, como assim? Ah, é comecinho ainda, segundo o médico. 
1 semana depois volto lá (e eu pagando pelas ultras) e o saco gestacional aumentara de tamanho, mas nada ainda dentro dele... Ah, eu já sabia, não estava normal, e por pesquisar muito no Dr Google (tenho essa péssima mania) já sabia que era uma G.A. (gestação anembrionária). Isso ocorre quando o embrião deixa de se formar bem no início mesmo, as células se dividem e dão origem ao saco gestacional, mas embrião não. O corpo entende que está grávido, pois há hormônio circulando (produzido pelo SG) e a gestação continua evoluindo, mas sem bebê! Como pode???!!

Apenas saco gestacional... Vejam.


Meu Deus, como chorei. Mesmo assim não me sentia grávida, e de fato não estava. Voltei para uma ultra 2 semanas depois, para ter certeza, e realmente não havia nada, só aquela mancha negra oca, vazia como meu coração estava. Comecei um leve sangramento no dia 27 de outubro, dia 28 estava eu internada fazendo curetagem no hospital. 10 semanas grávida de uma não gravidez! Nem preciso contar que ficar internada, medicada, passar por anestesia, etc, era um saco. E sair de lá, explicando pra todo mundo que não estava mais grávida, ser questionada sobre minha gestação meses depois, ter que dizer que tudo aquilo aconteceu... Ah, era torturante. 
E já aconselho... NÃO DIVULGUEM NO FACEBOOK QUE ESTÃO GRÁVIDAS. Aprendi da pior forma, pois fiz isso e fiquei meses e meses recebendo mensagens de gravidez, remoendo toda a dor e sofrimento. Então se forem contar, contem para os mais chegados, esperem os primeiros 3 meses, assim garantem um pouco de tranquilidade.

A vida segue, e não iria desistir, queria meu segundo filho, e ia tentar novamente. 
Estava determinada, estava não, eu sou determinada!


Bom, meu pequeno está acordando... A continuação fica pra depois.
Prometo voltar assim que der.
beijos






  




segunda-feira, 14 de julho de 2014

O Sonho de ser mãe



Para quem não sabe me casei em 2003, aos 23 anos anos de idade. Eu e meu marido começamos a namorar em 1998, em outubro, após longos meses de "paquera" e desencontros. 
Puxa vida! Paquera é um termo antigo, e estou rindo sozinha imaginando o quanto estou velha!
Hoje nem sei se existe isso entre os jovens, mas como é gostoso ter interesse em alguém, admirar, querer estar com essa pessoa... Jogar olhares insinuantes, um sorriso. 
Enfim... Vamos voltar ao propósito desta postagem, se deixar vou sair do foco e da ideia que estava seguindo!! ahahahaha

Nos casamos em 2003, 14 de fevereiro, uma cerimônia simples, convidamos muitas pessoas para o casamento na igreja, não me recordo quantas pessoas compareceram, mas foram muitas! O jantar fizemos apenas para padrinhos e familiares, não todos, pois o dinheiro nós não tínhamos para uma super festa. Para comemorar, não passar em branco, fizemos um jantar, em um lugar super gostoso, com comida tipicamente italiana, muita massa e vinho! Para selecionar os parentes, que são MUITOS, decidi que seriam tios/tias, avós, pais, padrinhos. Deu certo, conseguimos adequar ao número de convidados do local, e ao nosso orçamento. Pensem... Não nos preparamos financeiramente para o casamento, noivamos no final do ano anterior, e para nós bastava casar no civil - coisas de casal "humilde" mesmo! ahahaha



Eu no jantar, bem italiano, feliz, feliz!!



Eu tinha uma certeza, queria engravidar o quanto antes, logo após nossa união, pois sempre quis ser "mãe jovem", como minha mãe e eu. Nasci quando ela tinha 24 anos, e eu estava com 23, então queria engravidar naquele momento... E assim aconteceu!! 

Fevereiro casei, em maio estava grávida! Quanta alegria... Comemoração da família, ganho de presentes, eu já começando pré-natal e compra de coisinhas para o bebê. Imaginando o quartinho, o enxoval, nomes, tudo. Se fosse menino seria Lorenzo, e menina seria Catherine. Porém não sabia que o destino mudaria os planos... Em uma quinta-feira, com 8 semanas de gestação, tive fortes cólicas e começo de sangramento. Liguei para meu G.O., e suas palavras foram "é normal, é a implantação do bebê no útero". Meu instinto dizia que algo estava errado, chorava horrores, orei muito, pedia a Deus que tudo desse certo, e naquela noite mal dormi. No dia seguinte tinha consulta marcada com o Dr., e quando acordei ainda tinha um leve sangramento. Fomos até seu consultório com muito medo, não queria mas sabia que algo não estava bem. Durante a ultrassonografia, feita pelo médico, notei que o coraçãozinho do pequeno embrião batia devagar, era uma luz piscando levemente, como se despedisse de nós. O G.O. não disse nada, disse apenas para fazer repouso, mas não me informou sobre a verdadeira situação. Cheguei a perguntar se poderia viajar para o pesqueiro de meu pai, e ele disse que sim, e lá fomos nós... 
Pior viagem! 

Ainda com dores, que aumentavam, me deitei ao chegar lá. Senti uma cólica tão forte, náusea, corri para o banheiro, e comecei com forte hemorragia. Minha mãe tão triste me ajudando, meu marido ligando para o tal médico, e eu sentindo meu chão se abrir. COMO CHOREI!!! O médico pediu que voltássemos e fossemos para o plantão do convênio. Quase voamos até lá, e para nossa surpresa, o plantonista, otorrino, não sabia o que fazer. Ligaram para meu médico, em 3 telefones, e todos estava desligados! Ou seja, ele sabia e não queria me atender. Então o plantonista conseguiu contato com outro G.O., que logo foi me ver, e constatou a perda. Passei a noite internada, chorando, perguntando a Deus porque comigo... Porque? Dia seguinte fiz curetagem, que ainda bem, foi super tranquila. 

Uma semana depois fui consultar com o G.O. que me atendeu, já não queria mais o outro que me deixou na mão. E lembro que perguntei quanto tempo deveria esperar para engravidar de novo. Ele disse que nosso corpo é sábio, que quando estivesse preparado para segurar uma nova gestação, iria acontecer, mas que eu esperasse 3 meses... Mas logo disse a ele, "mês que vem então a gente se vê". Ele me olhou surpreso, com um sorriso de espanto, e assim me despedi. Não foi fácil, dia a dia vinham pessoas perguntar sobre a gravidez, na qual não conseguia falar, menos ainda explicar, e o pior, conhecidas ficando grávida sem planejarem, e eu, remoendo tudo aquilo.
MAS NÃO DESISTI!!!

15 dias depois da curetagem a monstra deu as caras, sabia que era a chance de logo estar ovulando e ter uma nova gravidez. DITO E FEITO... Dia 4 de agosto, 28 dias depois de perder o primeiro sonho, ovulei e engravidei. Ao atrasar a menstruação corri fazer um teste de farmácia, que logo apresentou 2 linhas! Feliz, mas insegura. Liguei para o médico e agendei consulta. Fomos eu e meu marido, e o G.O. me disse que provavelmente não era gravidez, e sim hormônios que ainda restavam da outra, e pediu um beta HCG. Fiz e mandei para ele, mais de 5 mil o resultado, e por telefone ele disse que eu estava SUPER GRAVIDA!!
Ah, como fiquei feliz!!!!!

Comecei o pré-natal confiante, sabia que tudo iria dar certo, e deu... Hoje está presente em minha vida minha menina, minha filha querida. Não queria mais os nomes que havia escolhido antes, achei que eram parte daquela gestação que se foi, então em um sonho que tive o nome surgiu... Bárbara. Minha amiga, companheira, que veio para dar força e a certeza que tudo vem no momento que Deus quer. Nascia em 21 de abril de 2004, de cesariana, com 40 semanas e 4 dias. Linda, cor de rosa, muitos cabelos negros, a carinha do pai! Choro intenso, mamada de 40 minutos logo que cheguei ao quarto, muitas visitas contentes e eu radiante. Família super feliz, avós babando, e a vida então começando para mim...

Minha filha amada, Babí, no dia em que nasceu...

Agora irei relatar a segunda parte da história, os anos que demorei para engravidar de novo, os motivos, e as dificuldades... Mas isso farei depois, pois agora meu bebê me chama!! Sim!!! Estou com meu pequeno segundo milagre ainda para completar 2 meses.
Beijinhos e volto assim que der!

Como tudo começou...

Bom, como pensei em fazer este blog?

Há muito tempo queria dividir com outras pessoas minha experiência como mãe, como grávida, como mulher, não tudo, mas um pouco disso.
Minha luta diária para conseguir ter o segundo filho... E minhas conquistas!

Ser mãe é...
Sonhar
Amar
Cuidar
Construir
Encaminhar
Emponderar
Viver
Crescer
Aprender
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Espero que eu possa ajudar de alguma forma outras mulheres, mães, e futuras mamães. Não sou dona da verdade, nem sei o manual de instruções, mas creio que muito do que vou relatar já foi vivido por outras pessoas, ou ainda viverão. Que sirva este blog para troca de experiências, de vida, e que tantas meninas - mulheres como eu, que buscam no google ajuda constante, encontrem alguma coisa legal, útil, apoio e quem sabe, um cantinho amigo.

Aqui pretendo colocar dicas, ideias, experiencias minhas, sugestões, até receitas (é, gente, eu cozinho bastante, e modéstia parte, muito bem!!). Ou seja, coisas de mãe!!